quarta-feira, 7 de abril de 2010

7 de Abril de 2010

7 de Abril de 2010

Rivera,

Não sei o que dizer. Acho que passo por isso quase sempre na minha vida. Queria te dizer palavras precisas. Mas, não tenho precisão com elas. Morri um pouquinho com sua ausência. Você foi um homem bomba naquele dia. Não tive como reagir. Morri. Não te jugo te entendo não te entendo. Entende? Não? Eu sei. Apesar de pouco ter falado com você, pouco ter compartilhado uma história você era importante pra mim. Ainda é você tá vivo. Besteira. Bate um sentimento agora de arrependimento de não ter me aproximado mais ter falado mais com você que sempre foi atencioso e generoso. Bate agora também uma felicidade por ter te conhecido... Lembro da dança que não dançamos... Você lembra? Queria muito ter feito aquela dança que passamos dias ensaiando. Mas, ok... Sua felicidade aparente me animava vou sentir falta de suas caretas picaretas... Cheguei a comentar depois da sua saída que senti o mesmo vazio quando deixei o esquadrão... Acho que você vai me achar exagerada com tudo isso porque afinal de contas não éramos tão próximos, mas não precisei ser tão próxima pra descobrir o grande homem que você é. É muito forte. Umas das pessoas mais inteligente que conheço. Tá, ainda não sei o que dizer. Você estar feliz? Se tiver fez o certo. Se não é só você que sabe o que é melhor... Não fique ausente! É, isso. Desculpe por essas baboseiras. Fique feliz que vai funcionar o saldo final de tudo isso pode ser mais positivos que mil divãs...

Com afeto, carinho, atenção animanics!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Vagarosa

É, estou sozinha. Algum problema nisso? Parece estranho pra você me encontrar sempre sozinha. Sou só. Não faça nada para mudar isso. Enquanto você beija príncipes palhaço no picadeiro eu tento achar motivos para beijar um plebeu. Sou ridícula, eu sei. Querendo achar motivos para tudo quando ás vezes não se precisa de motivos. Podia agora mesmo beijar esse cara que estar há alguns metros de mim. Porque não? É... Não o conheço. Pode ser impetuoso. Mas, não acho motivos para fazer isso. Quais eu não sei. Ainda não deu tempo de formular um. Desse jeito não vou conseguir nem uma mosca... Convenhamos não dar para sair por ai e beijando o primeiro cara que eu encontro. Não desse jeito. Preciso de tempo... Queria ser como você Lua. Sempre iluminando as pessoas em sua volta. Assim seria mais fácil delas me querem perto. É ridículo. Vivo falando bobagens... Sou da noite escura sozinha. Queria ser da noite festeira. Não te culpo por meu infortúnio... Devo me permitir mais. – Divirta-se. É, isso ?

Sem remédio

Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou...
Não sabem que passou, um dia, a Dor
Á minha porta e, nesse dia, entrou.
E é desde então que eu sinto este pavor,
Esse frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!
Sinto os passos da Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!
E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!
(ESPANCA, 2005, p.64)

Legionários da Capital


Vamos? Eu vou.

Legionários da Capital é um espetáculo teatral em homenagem à Brasília, contando a história da cidade e tendo Renato Russo e a Banda Legião Urbana como pano de fundo. Além de relembrar show de 1988, tratado como um marco na cidade, mesmo pra quem nem nascido era, o texto une Clarisse, Eduardo, Mônica e o aluno João Roberto com seu Opala azul e dá vida à banda fictícia que Renato Russo criou aos 15 anos, a 42nd Street Band (ou Banda da Rua 42).
A primeira versão da peça teve sua estréia com o título de “Legionários: Um Sábado de 88” e foi apresentada pela "No Ato Oficina de Teatro" em curta temporada de três apresentações – com lotação máxima em todas as sessões. Todos ficaram impressionados com o apelo do espetáculo, com o quanto as músicas da Legião Urbana ainda nos embalam – mesmo aos que não tinham idade para apreciar a banda em seu auge – e o quanto o bendito e maldito “tédio” da capital realmente é um ponto em comum para todos que nela vivem. Todas as apresentações contam com shows ao vivo da Banda Legionários.

Legionários da Capital
Direção de Luana Proença.
Assistente de Direção: Lucélia Freire
Elenco: Abaetê Queiroz, Adriana Lodi, Élia Cavalcante, Filipe Lima, Iuri Saraiva, Luana Proença, Luísa Viotti, Mateus Ferrari e Sanderson Alex.
Com a Banda Legionários

Dias 9 e 10 de abril às 20h e 11 de abril às 19h
No Teatro da Caixa
SBS Qd. 4 Lt. 3/4 - anexo à sede da Caixa Econômica

Informações:
(61) 9311-4525 e 9176-5250

Bubuia- Céu

Já que não estamos aqui só a passeio
Já que a vida enfim, não é recreio
Eu vou na bubuia, eu vou
Flutuo, navegando, sem tirar os pés do chão
365 dias na missão
Na bubuia, eu vou
Subo o rio no contrafluxo
À margem da loucura
A fé que a vida após a morte,continua
Eu vou na bubuia, eu vou
Entoa uma toada em dia de noite escura,
Na sequencia, na cadencia, na fissura,
Eu vou na bubuia, eu vou suave bebendo agua na cuia
Olho aberto, papo reto o peito como o samba
Nenhum receio do lado negro da lua
Vir me guiar, na bubuia
Eu vou, na bubuia, eu vou...
O destino é um mar onde vou me desfazer
Com o pente a deslizar na correnteza do viver
Na bubuia eu vou...
Eu vou na bubuia eu vou...

Céu

PaSsAtEmPo

Passa chuva e leva contigo um pouco da minha tristeza. Faça dela o que melhor lhe parecer. Depois volte trazendo um pouco de esperança.

Vazio











domingo, 4 de abril de 2010

Émotions



Serenata de Amor

Ganhei um bombom e nele estava escrito: Amizade pode se transformar em amor? Pode. Mas, se você já está apaixonado, dificilmente esse papinho de amizade vai colar. Amor pode se transformar em amizade? O caminho natural do amor é se transformar em amizade. Mas isso não significa que uma coisa tem que terminar pra outra começar. Que chatice esse papinho de amor! Pelo menos o bombom estava gostoso... Nada contra o amor, mas essas definições pra mim é papo furado. O amor é tão complexo que desisti de querer entendê-lo. Vou só senti-lo, e pronto. Se isso é o certo, ou errado, não sei.


O vazio retornou. Ás vezes adormecido, mas nunca morto...


Fazer falta

"...pouco havia a dizer. E começava a fazer falta o que não se dizia."

Braxília chuvosa
















Un Chien Andalou


 

Quero plantar!


Acorda Maria bonita chegou o esquadrão
Que bom
Que bom!
Chegou o esquadrão.