quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
a rua da minha vida é uma rua sem nome.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
e eis que depois de uma tarde de "quem sou eu" e
de acordar à uma hora da madrugada em desespero. eis que às três horas da
madrugada acordei e me encontrei.
fui ao encontro de mim. calma, alegre, plenitude sem fulminação.
simplesmente, eu sou eu, você é você. é lindo, é vasto, vai durar.
eu não sei muito bem o que vou fazer em seguida mas, por enquanto, olha pra mim, e me ama! não! tu olhas pra ti e te amas.
é o que está certo.
fui ao encontro de mim. calma, alegre, plenitude sem fulminação.
simplesmente, eu sou eu, você é você. é lindo, é vasto, vai durar.
eu não sei muito bem o que vou fazer em seguida mas, por enquanto, olha pra mim, e me ama! não! tu olhas pra ti e te amas.
é o que está certo.
lispector.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
estou preguiçosa das palavras
estou preguiçoso do significado das palavras
quisera eu, num súbito de grito dizer tudo
sem me utilizar de
nenhuma palavra
quisera tudo ser sensação,
assim tudo estaria na cara.
"sorte no jogo
azar no amor
de que me serve
sorte no amor
se o amor é um jogo
e o jogo não é meu forte,
meu amor?"
leminski, distraídos venceremos.
azar no amor
de que me serve
sorte no amor
se o amor é um jogo
e o jogo não é meu forte,
meu amor?"
leminski, distraídos venceremos.
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amor,
distraídos venceremos,
Paulo Leminski
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
"Time passing.
The feeling of time.
Collapsing space.
Collapsing time.
Collapsing time and space."
The feeling of time.
Collapsing space.
Collapsing time.
Collapsing time and space."
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Angel Olsen,
espaço,
tempo
it´s impossible, said pride.
it´s risky, said experience.
it´s pointless, said reason.
give it a try, whispered the heart.
unknown
it´s risky, said experience.
it´s pointless, said reason.
give it a try, whispered the heart.
unknown
domingo, 9 de fevereiro de 2014
dois acordes, dois dedos,
um ritmo descompassado.
um ritmo descompassado.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
(Carlos Drummond de Andrade)
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
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carlos drummonde de andrade
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