que loucura, despertou os olhos e viu um mundo se abrir.
que loucura, despertou os sentidos e viu se abrindo em si.
domingo, 30 de março de 2014
ela parou em frente a pia
enquanto eu lavava a louça
ela ria doce, eu rio graça.
enquanto eu lavava a louça
ela ria doce, eu rio graça.
sexta-feira, 28 de março de 2014
"era só uma foto
marcia estava parada
mas sua beleza dançava
o ar de fato
que tem no nada
a luz sobre onde
a verdade desagua
marcia não se cabe
e ela bem sabe."
lucas figueiró
presente de um amor.
marcia estava parada
mas sua beleza dançava
o ar de fato
que tem no nada
a luz sobre onde
a verdade desagua
marcia não se cabe
e ela bem sabe."
lucas figueiró
presente de um amor.
terça-feira, 25 de março de 2014
cada dia mais dança, o resto amenizo com a miopia.
viver sem tempos mortos
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segunda-feira, 24 de março de 2014
"cada dia mais sem vontade de adivinhar o que não é dito.
e cada vez menos paciência pra não dizer esperando que adivinhem.
já é tão difícil usando palavra...
sem ela me perco nas subjetividades das significações dos gestos.
as vezes é gostosinho, mas exige tempo. e to economizando tempo."
e cada vez menos paciência pra não dizer esperando que adivinhem.
já é tão difícil usando palavra...
sem ela me perco nas subjetividades das significações dos gestos.
as vezes é gostosinho, mas exige tempo. e to economizando tempo."
tatiana bevilacqua.
domingo, 23 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
vida
ela acordou na metade da manhã. dormiu
num quarto que não era o seu. a parede era toda desenha de outro amor. levantou
da cama de lençol roxo decidida a findar um amor que nasci dentro de si. olhou
para a parede que continha uma certa data de existência. fez seu café da
manhã. desceu o bloco e despediu-se de um
antigo amor. viu que hora de partir, a cidade então olhou pra ela. e quanto
menos não imagina estava sentada no meio fio, estava a chorar de tanta vida que
lhe passava a mão. observando a cidade, o vento, as folhas que dançavam no
chão, sentiu que era hora de dizer sim para o fim. caiu em lágrimas de
calmaria. foi então, que passou um carro e dentro dele havia um homem que
perguntava onde fica a 403. não enxugou a lágrima e nem fingiu seu estado,
apontou a direção que o homem precisa saber. cada um seguiu seu rumo.
onde é que eu estava que não via
passava os dias em cinzas penas
submersa em tristezas turvas
onde é que estava que não abria
as portas do possível?
na 205 norte há um porto de aviões de papel
toda manhã vários aviões brancos cobrem o chão
entre o espaço cena e a passarela onde o gurulino.
de braços abertos e olhos calmos
sussurra mansinho: tudo certo nada resolvido.
quinta-feira, 20 de março de 2014
essa coisa de ser míope
ainda vai me levar além.
ainda vai me levar além.
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