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sábado, 22 de setembro de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Ela ainda não sabe quem é… Ela se ocupa com seus barquinhos e
com as suas desimportâncias. Talvez ela seja as coisas tão gratuitas que a
distrai… Esses barquinhos um dia foi um lindo caderno que um amigo lhe deu. Ela
não tinha coragem de escrever no caderno por achar que não tinha capacidade de
escrever algo tão importante, foi então que resolveu fazer barquinhos de papel
com o caderno. Assim ela viajou pra lugares bem distantes…
Um certo autismo a salva, eu e ela constatamos isso. Ela é salva
por coisas tão gratuitas quanto à carta mais bonita que já recebeu sem ter sido
escrito pra ela. Assim como Santiago e Estamira quem sabe eles puderam suportar a melancolia de quem suspeita que as coisas
aqui não fazem mesmo muito sentido.
Quem sabe ela veio de uma placenta de um morro verde
amarelo do vento sul, ou quem sabe ela veio de todos os lados.
A cidade dela seria Bráxilia se não fosse Brasília. Mas ela a
dama de concreto (Brasília) também é cidade… é ela que traz toda essa rica seca, esse
cerrado absurdo, essas folhas das quais ela inventa e venta. Sutileza. Generosidade.
Gratidão. Afeto.
A mãe dela reside nela, o pai dela reside nele.
Ela chegou naquele navio que navega e se perde a cada onda, a
cada vento, a cada descuido, a cada destraimento, a cada momento, a cada
instante...
Os marinheiros a puxaram pelo percurso louco da vida. Ela
recebeu uma carta do acaso sem remetente dizendo que certos marujos iriam se
reunir na grande odisséia do centro oeste. Lá foi ela brincar… se perder.
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domingo, 22 de julho de 2012
vontade de abraço de elefante com duração de uma gest(a)ção.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
ela é um transbordo
transborda a liberté
do corpo, do corpo
deixa cair o véu
que cobre a pele
revela a superfície
profunda do mar
encanto de menina
sereia que encandeia
amizade que acolhe
abraça em liberté.
gratidão y carinho
amor!
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Hoje eu acordei com um presente
escondido na minha gaveta, era uma carta pra ser aberta com amor e carinho. E fora
das linhas tinham vários beijos de batom vermelho e um "eu te amo" de coração. É precioso
o afeto da gente, é festejo, é muito, bem mais que muito de grande, gigante,
infinito, além, muito além da vida. Amo você Bruxinha!
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