bem distante e ao mesmo tempo
perto. perto da minha dança, da minha dor, da alegria dela, da dança dela, da
noite quente de meia Lua, perto da menina, longe do burburinho todo. um momento
meu e da doida moça morena. nós duas distante
da multidão ao som do menino moreno mistério. dançando de cabelo solto, de pés
soltos, de vestido ao vento, criolando, sambando, abraçando, cheirando a noite,
brincando no terreiro.
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
experimentação 2
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Se perguntarem por mim, eu estarei dançando
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Experiência com Cibelle
Dia quatorze de maio de dois mil e onze é um dia que ficou registrado no meu coração, na minha alma, no meu corpo. O show “experiência” com a Cibelle, ainda reverbera em meus átomos. Em lembrar aquela noite sinto meu corpo livre, entregue a múltiplas sensações. “Vem que o mundo é bom... não têm medo não.”.Entreguei-me ao um gozo sem sexo, um gozo pleno experimental. “Sexo. Afago. Kamikaze”.
Se eu senti tudo isso, não consigo entender como o público blasé de Brasília não se sentiu tocado de alguma forma com a experiência “diferenciada” com a Cibelle. Digo por mim e por mais algumas pessoas que estavam comigo naquele quatorze de maio, impossível não sair sensibilizado do show “experiência” com a Cibelle, a mulher selvagem que me apaixonei. E sem moralismos, me apaixonei pela essência psicodélica de La Sonja, a criatividade, irreverência, beleza, voz..
Enquanto cada centímetro do meu corpo flua e dançava no terreiro os blasés pebas de Brasília faziam poses “eu sou cuts”. Observam apáticos, passivos. Incomodo-me muito com o público cultural de Brasília, eles são caretas demais pra gritar um GOSTOSAAA como eu fiz a Cibelle. E ela retribui dizendo: “gostosa é você”. Tudo bem ela não saber quem sou, mas o que vale é atenção, a troca com o público. Sério morri nessa experiência orgástica sem sexo, sem nexo experimental musical.
Música é algo que me movimento por inteira, alma/mente e corpo. E foi isso que a mulher raio, mistura de Maria Bethânia com Björk e Lady GaGa me proporcionou. Por isso, vivenciei uma experiência com a Cibelle, não fui ao um show musical. Senti-me provocada, me inquietei demais pra não sentir nada.
Penso que deve ser extremamente frustrante para um artista mover todos os esforços pra provocar seu público e, eles uma cara só de carne apáticos. Pra mim é questão de sentir ou não sentir. Só tenho que agradecer a Cibelle, La Sonja pela experiência psicodélico-orgástica que me proporcionou num quatorze de maio de dois mil e onze. Agradecer pela plenitude que senti. Diga-me mulher que energia você tem pra me tocar assim? Sua lindaaaaaaaaaa.
domingo, 15 de maio de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Tiê, Sai da rede, Meus 22 anos
Tenho que compartilhar meus 22 anos, porque foi perfeito. Combinei de comemorar um dia antes no show da Tiê no CCBB. Deixei pra comprar meu ingresso 3 dias antes do show, mas quando fui ver já tinha acabado. Mesmo assim eu ia pra lá ficar na fila de espera, sempre rola isso no CCBB. Cara, por sorte minha amiga Jessica ganhou dois ingressos no Twitter e me deu um de presente. As poltronas que conseguimos eram no final do teatro, mas sentamos em dois lugares vazios na primeira fila de frente para Tiê, tipo Vips kkk. Eu digo, sou uma fã muito boba, e eu não tô nem ai.
Quando ela entrou meu coração disparou. O cenário era lindo, vi o piano de calda preto e fiquei feliz porque dessa vez ela ia tocar “Te Valorizo” e “Chá Verde”. Tiê começou o show com suas piadas engraçados como sempre e seus esquecimentos de letras, papel no chão caso esquece alguma música.
PS: novamente não consegui tirar uma foto decente com ela. Um dia eu consigo.
Depois de quatro, cinco músicas ela começou a agradecer pessoas que realizaram o evento “Sai da rede” no CCBB. Falou um monte de nome de nomes importante, de repente do nada ela pronuncia meu nome. Quase tive um enfarto no miocárdio, pensei: aquela mulher só pode tá louca dizendo meu nome. – Tem alguma Marcia Regina que veio de Minas Gerais. Logo falei que era Marcia Regina, mas que não era de Minas Gerais. Ai ela disse: - Logo suspeitei que uma pessoa não viesse de tão longe assim, antes fosse Goiás. Mas me passaram essa informação que você veio de Minas e que hoje é seu aniversário. É seu aniversário? – É sim.
Foi tão engraçado a cena. O show continuou, eu e a Jessica as mais empolgadas cantando, rindo, sorrindo, chorando. Eu ria tanto das coisas engraçadas que ela dizia. Novamente ela contou a história do “je sais”. Acabou o show e fiquei pra falar com ela, dar uma abraço essas coisas de fãs. Ela tão atenciosa. Amo essa mulher.
Depois teve uma festa surpresa pra mim com xixi de anjo, especialidade da mulher do Hélio Oiticica feito pela Marcia Amaral. Conversas até as seis da manhã. Putz, foi tanta coisa que acho que nem tô contando as coisas tão detalhadamente. Mas digo que foi o melhor aniversário da minha vida. É o que tenho pra dizer.
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