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sábado, 20 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
domingo
vou andando pela cidade. esbarro aqui, esbarro ali. e chego
nos encontros. eu e ela, a cidade. brasília.
e você pode andas por brasília? por onde andou e levou um
pouca da cidade no corpo, no pulso da memória? e se eu te pedir pra
compartilhar uma (mais que uma) memória, você me empresta sua história com a
cidade de brasília?
é simples, bem simples... você me envia uma foto de um lugar
de brasília que te causa afeto, seja lá qual for esse afeto. amarelo, rosa,
azul, vermelho, preto... água...nuvens... cachorro... carrinho de picolé...tá
valendo. se quiser também compartilhar sua história com o espaço, também é bem
vindo. é mais que bem vindo.
sei que eu não disse muita coisa sobre essa relação entre eu
e brasília, mas vou dizer duas palavras que norteiam essa dança: solitude e
encontro.
pros que toparem embarcar nesse barco, peço que enviem um
email pra marcinha com sua foto e história. quem sabe uma carta... ela adora
receber cartas.
ps: se puderem compartilhar esse convite, vai ajudar a
redear o chamamento ;)
terça-feira, 9 de setembro de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
um palco vazio, uma música e uma cadeira me dizem tanto nostalgia.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
domingo, 28 de abril de 2013
eu estou andando pela rua num estranhamento vertiginoso, eu me
observo do auto. meu rosto cansado é puro desinteresse, meu olhar está ausente-presente.
vou e não quero chegar, chego e preciso
partir, volto e começo tudo de novo. eu ando de cabeça pra baixo porque meus
cabelos limpam o chão. meu olhar é estéreo, sem raiz profunda. eu esterilizo
quem passa por mim, e mesmo assim sou capaz observar um balançar de quadril.
observo olhares interessados na minha inquietude, eu caminho e me sinto nua. a
cidade me deixa toda nua, revela minha fragilidade. a cidade é anuncio que
aponta nas paredes no chão o que preciso ouvir. vez outro capto um instante,
uma menina acabou de ligar para amiga, a
loja de lanches chama o cliente pelo nome, Flávio pega seu hambúrguer de
frango, um telefone toca, o carro acende o farol, o chão entra em atrito e
range. e amanha começa tudo de novo.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Quando a gente não quer a vida rodopia o nosso não-querer, e faz um querer-aparecer. Danada que ela é, ontem me mostrou sobre o que é voltar para placenta viva de um espaço-tempo. Bem aqui dentro eu sou e me lanço no abismo. Consegue ver a imensidão que eu posso ser? Eu sou o tempo. Eu te escrevo com o corpo todo essa caligrafia improvisada no tempo. É porque ando harmônica com o instante-já-agora-aqui. Viu? Rio. Tudo isso agora parece um instante dançando enquanto relembro o passado. Eu fico toda apaixonada. É sério, ontem foi tanto, que morri dez mil vezes por segundo. Você viu? É isso! O tempo sou eu, e também é você. Sutil. Meu tempo é lento mesmo, é assim que eu sei ser, menos burocrática. Ai, você já sabe da história, me abro toda. Eu sou um espaço aberto. Nem sempre, mas estou praticando semanalmente essa possibilidade de abertura. Bem, quem sabe daqui pra frente vire uma rotina. Rotina das boas, não é?
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Trata-se
do conflito entre duas necessidades: por um lado, a liberdade absoluta na
abordagem, o reconhecimento do fato de que “tudo é possível”, e, por outro
lado, o rigor e a disciplina que fazem com que “tudo” não seja “não importa o
quê”. Como situar-se entre o “tudo é possível” e o “não importa o quê”? A
disciplina, em si, pode ser quer negativa, quer positiva. Ela pode fechar todas
as portas, negar a liberdade, ou ao contrário constituir o rigor indispensável
para sair da lama do “não importa o quê”.
É por isto
que não há receitas. Permanecer demasiado tempo na profundidade pode ser
enfadonho. Permanecer demasiado tempo no superficial, torna-se banal. Devemos
estar permanentemente em movimento.
BROOK, Peter. Le Diable cést lénnui, 1991, p.70. Tradução: Suzi Frankl
Sperber.
COLLA, Anna Cristina . DA MINHA JANELA VEJO... relato de uma trajetória pessoas de pesquisa no Lume, 2003, p.39.
domingo, 26 de agosto de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
do que a cidade te veste?
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