quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Eu me chamo Marcia Regina. Marcia sem acento, ou seja, não é Márcia. Não
sei como pronunciar meu nome. E pouco importa meu nome agora. Agora que sou ela
que não tem nome. Ela que se fez de intermédio. Ela que não se acende... É tão
difícil está aqui. Nesse centro de exposições, olhares alheios, alguns
desconhecidos, sendo um outro criado por mim. No final penso que sou eu mesma,
reinventada abertamente... Talvez não, não sei... Estou com cú na mão, mas tô
aqui sendo ela. Dando vida, dando meu corpo, minha voz. Me sinto culpada se
algo sair errado. Eu não queria ter usado aquela voz no inicio. Era só uma
frase, eu sei... Me senti tão falsa que queria sair correndo daqui. Me sinto
culpada de não ter me dedicado tanto, por não ter tido tempo, enquanto tinha um
bilhão de problemas familiares/financeiros. É uma responsabilidade do caralho
está aqui. Não quero fazer merda. Não agora que vocês estão aqui. Me olhando,
vendo e observado cada detalhe da minha presença. Pensando bem, tudo podia ser
diferente... Ainda me sinto insegura, apesar do tempo. Tenho medo da incerteza.
Tenho medo de não conseguir fazer isso. Medo de cometer erros, de não fazer na
maneira que eu queria. Mesmo sabendo que eu dei o melhor de mim pra acontecer.
Contraditório... Mas é isso que escolhi. E é entre o medo o arriscar, que
eu escolho o segundo. Eu prefiro o risco a não fazer nada por mim. Assim vou
assumindo meus erros. Só assim se sabe onde pode chegar. Aqui é aonde eu me
sinto mais plena e capaz de lutar.. Eu respiro fundo, e começo a
querer coisas que eu nem sabia que existiam.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Melodia Sentimental
Acorda, vem ver a lua
que dorme na noite escura
que surge tão bela e branca
derramando doçura
clara chama silente
ardendo meu sonhar
As asas da noite que surgem
e correm o espaço profundo
oh, doce amada, desperta
vem dar teu calor ao luar
Quisera saber-te minha
na hora serena e calma
a sombra confia ao vento
o limite da espera
quando dentro da noite
reclama o teu amor
Acorda, vem olhar a lua
que brilha na noite escura
querida, és linda e meiga
sentir meu amor e sonhar
que dorme na noite escura
que surge tão bela e branca
derramando doçura
clara chama silente
ardendo meu sonhar
As asas da noite que surgem
e correm o espaço profundo
oh, doce amada, desperta
vem dar teu calor ao luar
Quisera saber-te minha
na hora serena e calma
a sombra confia ao vento
o limite da espera
quando dentro da noite
reclama o teu amor
Acorda, vem olhar a lua
que brilha na noite escura
querida, és linda e meiga
sentir meu amor e sonhar
terça-feira, 5 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
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