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domingo, 4 de janeiro de 2015

agora me vejo de fora




Agora me vejo de fora
Caminho e abandono a memória
E saio num passo corrido
No peito um solfejo contido
E tudo tá mais colorido
O foco tá bem mais preciso
Agora eu vejo o que sinto
E tudo faz bem mais sentido

Agora me vejo de fora
Caminho e abandono a memória
E saio num passo corrido
No peito um solfejo contido
E tudo tá mais colorido
O foco tá bem mais preciso
Agora eu vejo o que sinto
E tudo faz bem mais sentido

O custo de todos os riscos
Do forte ao mais agressivo
Das coisas que a gente se lembra

o que não tem resposta


o que me move
é o que me falta
o que não mais espanta
é o que me mata
o que me assusta
é o que me alcança
o que me impede
de entrar
na dança
o que me espera
é outra estória
o que tem pressa
é o que me cansa
o que me assusta
é o que te alcança
o que te impede
de entrar
na dança
e o que não tem resposta
a gente canta
e o que não tem resposta
o que me move
é o que me falta
o que não mais espanta
é o que te mata
o que me assusta
é o que te alcança
o que te impede
de entrar
na dança
e o que não tem resposta
a gente canta
e o que não tem resposta